A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta terça-feira (29), uma série de projetos que concedem reajustes salariais a diferentes categorias do funcionalismo público de Minas Gerais. Um dos textos, votado em 1° turno, dá aumento de 5,26% aos trabalhadores da rede estadual de ensino, como os professores.
As outras cinco propostas que compõem o pacote de reajustes receberam sinal verde do Legislativo em 2° turno. Os projetos beneficiam servidores de órgãos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), o Tribunal de Justiça (TJMG) e o Ministério Público (MPMG).
A seguir, O Fator detalha as propostas de revisão salarial aprovadas nesta terça (29).
- Revisão de 5,26% a professores e outros servidores da rede estadual de ensino – 1° turno;
- Revisão de 3,69% aos servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) – 2° turno;
- Revisão de 3,69% aos servidores do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) – 2° turno;
- Reajuste de 16,02% aos servidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG); – 2° turno;
- Reajuste de 4,55% aos servidores da Defensoria Pública do Estado (DP-MG) – 2° turno;
- Reajuste de 5,5% aos servidores da Assembleia Legislativa (ALMG) – 2° turno.
Os textos em 2° turno seguem, agora, para sanção do governador Romeu Zema (Novo), enquanto o reajuste a professores passará por nova rodada de debates na Assembleia antes da votação final.
Emendas rejeitadas
Durante a tramitação do aumento de 5,26% aos docentes, deputados tentaram estender a cobertura do novo índice a outras categorias do funcionalismo, como a segurança pública. Emendas com essa intenção, contudo, acabaram rejeitadas.
A extensão do aumento à segurança pública, aliás, constava na emenda que defendia a adoção dos 5,26% para todas as categorias e também em uma emenda específica, que pleiteava somente a ampliação, às tropas, do índice oferecido pelo governador Romeu Zema (Novo) à educação pública.
