A CCJ do Senado acaba de aprovar por 14 votos a 12 um destaque na reforma no Código Eleitoral que institui o voto impresso. A votação foi comemorada por bolsonaristas, como o senador Jorge Seif (PL-SC).
A proposta é de autoria de Esperidião Amin (PP-SC).
Pelo texto, “a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado”.
O voto impresso foi adotado no Brasil uma única vez, para cerca de 7 milhões de eleitores em 2002 – quando Lula venceu.
Em 2009 e de novo em 2015, o Congresso voltou a aprovar o voto impresso; nas duas vezes, a ideia foi derrubada pelo STF.
Em 2021, a Câmara votou uma PEC do Voto Impresso proposta pela deputada bolsonarista Bia Kicis. A votação foi de 229 votos a favor e 218 contra, abaixo do mínimo de 308 votos a favor exigidos de uma PEC. Por isso, o texto não avançou pro Senado.
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