Sondado por partidos, ex-secretário de Zema sinaliza candidatura em 2026

Com um pé na campanha, ex-comandante de pasta lança identidade visual e realiza sessão de fotos
A logomarca simboliza quebra-cabeças, diversidade, união, coletividade e construção por meio da educação. Foto: Reprodução/Redes sociais

Sondado por partidos para concorrer à Câmara dos Deputados ou à Assembleia Legislativa no ano que vem, o ex-secretário de Estado de Educação, Igor Alvarenga, se movimenta de olho na possibilidade de disputar a eleição. Professor de carreira da educação pública estadual, Alvarenga agora tem uma identidade visual própria, publicada nas redes sociais nessa segunda-feira (15).

Conforme apurou O Fator, uma eventual candidatura do ex-secretário ganhou força nas últimas semanas. Ele, aliás, chegou a realizar uma sessão de fotos a fim de incrementar a presença nos meios digitais.

Na legenda do post para apresentar a identidade visual, o ex-secretário indicou que uma nova fase profissional está em andamento.

“Meu trabalho em prol da educação não pode parar e eu sigo empenhado em projetos que levem acessibilidade, cultura, inclusão e esporte para os estudantes do nosso estado. Muitas ideias vêm sendo desenvolvidas e eu estou muito feliz com essa nova fase”, escreveu.

A logomarca, segundo o texto, simboliza quebra-cabeças, união, diversidade e coletividade por meio da educação, elementos que podem ser explorados em uma futura campanha.

De professor a secretário

Alvarenga iniciou a trajetória como professor de biologia e diretor escolar. Em 2019, assumiu a Subsecretaria de Articulação Educacional, cargo que ocupou até 2022, quando passou a comandar a Secretaria de Estado de Educação após a saída de Julia Sant’Anna.

À frente da pasta, ele era visto pelo governo mineiro como um perfil capaz de dialogar com trabalhadores da educação e com deputados de oposição na ALMG.

Em agosto deste ano, conforme adiantou O Fator, Alvarenga deixou o cargo, que passou a ser ocupado por Rossieli Soares, ex-secretário de Educação do Amazonas, São Paulo e Pará, e ministro da Educação no governo Michel Temer (MDB).

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