Leônidas Oliveira

Di Souza

Escrevo sobre Di Souza a partir de quem acompanha os movimentos artísticos de Belo Horizonte desde os anos 1990. Vi a cidade buscar linguagem própria,

Victor Dzenk: a vocação que antecede a forma

“A arte não reproduz o visível; ela torna visível.” A afirmação de Paul Klee ajuda a situar, com precisão, o lugar ocupado por Victor Dzenk

Rômulo Duque, jovem senhor das artes cênicas mineiras

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Magdalena Rodrigues: a permanência como forma de coragem

Magdala. A palavra, nas raízes antigas, remete à ideia de torre: algo que se ergue não para a vaidade, mas para a vigília; não para

Rir é coisa séria: “Acredite” e a filosofia pública da comédia

Há comédias que apenas nos distraem. E há comédias que nos educam — não por lição explícita, mas por humanidade. “Acredite, um espírito baixou em

Teuda Bara (1941–2025): o teatro como forma de permanência

A morte de Teuda Bara não é apenas a despedida de uma grande atriz. É uma dessas interrupções que obrigam o pensamento a desacelerar. Algo

Minas e o Imperador: dois aniversários, um país

De Cordeirinho a Manhuaçu, nesses caminhos longos de Minas que costuram o Brasil por dentro, aprendi que a história não está apenas nos arquivos. Ela

Bernardo Guimarães, 200 anos

Ontem passei pela Rua Bernardo Guimarães. Caminhava sem pressa, como quem apenas cumpre o trajeto do dia, quando fui tomado por uma sensação antiga: a

O turismo não é sobre quem viaja, mas sobre quem recebe

Andei por inúmeros destinos turísticos em Minas Gerais nos últimos seis anos. Estradas, aeroportos, pousadas familiares, hotéis de rede, casas de temporada. Em todos eles,

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