A mineira Gleide Andrade, atual secretária de Finanças e Planejamento do Partido dos Trabalhadores (PT), deve ser reconduzida ao cargo por mais quatro anos. É o que indicam diversos interlocutores da legenda ouvidos por O Fator, que estiveram em Brasília nesse domingo (3), durante o 17º Encontro Nacional da legenda.
A articulação pela permanência de Gleide na tesouraria vem sendo conduzida pela ex-presidente do partido e atual ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Ela e a mineira compõem o mesmo grupo político nas fileiras internas do partido.
Ainda pelo que apurou a reportagem, o novo presidente nacional do PT, Edinho Silva, também tem atuado para viabilizar a manutenção de Gleide na tesouraria.
Nova composição mineira
Durante o encontro, também foram anunciados os novos membros do Diretório Nacional, com representantes de todas as unidades da federação. Por Minas Gerais, além de Gleide, compõem a Executiva Nacional o deputado estadual Cristiano Silveira, a dirigente Camila Moreno e Romênio Pereira.
Já no diretório nacional, fazem parte Alfredo Ramos, atual tesoureiro da Executiva estadual; a ex-presidenta estadual Cida de Jesus, a prefeita de Contagem, Marília Campos e o deputado federal Odair Cunha.
Em Minas Gerais, a nova presidente eleita do PT, a deputada estadual Leninha, assumirá o comando da legenda em setembro, durante o congresso estadual do partido. A previsão inicial é de que o evento ocorra nos dias 12 e 13 do mês que vem.
No diretório mineiro, porém, deve haver mudanças na secretaria de Planejamento e Finanças. Interlocutores ouvidos por O Fator apontam que a Tribo, corrente capitaneada pelo deputado federal Miguel Ângelo, tende a indicar o próximo tesoureiro.
