Peça-chave na pré-campanha do governador Romeu Zema (Novo) à Presidência da Republica, o marqueteiro Renato Pereira viu um de seus clientes amargar uma derrota nesta semana. O empresário Samuel Doria Medina, de orientação conservadora, ficou fora do segundo turno da disputa pelo governo da Bolívia.
Medina, que adotou o mote “100 dias, carajo”, em menção à ideia de utilizar os 100 primeiros dias como presidente para conter a inflação, terminou na terceira posição. O segundo turno terá as participações de Rodrigo Paz e Jorge Quiroga, o Tuto.
Apesar da derrota de Medina, o resultado da eleição boliviana foi positivo para a direita, uma vez que Tuto e Paz representam esse campo político. A esquerda, cujo candidato mais bem posicionado no primeiro turno foi Andronico Rodriguez, ficou fora da etapa final do pleito pela primeira vez desde 2009.
Renato Pereira assumiu a comunicação de Zema no início do ano. Recentemente, passou a comandar também o marketing de Mateus Simões, vice-governador mineiro e pré-candidato do Novo ao Executivo estadual.
Zema e a meta presidencial
A pré-candidatura de Zema, aliás, foi oficializada na semana passada, em São Paulo (SP). O discurso do governador durante o evento foi marcado, sobretudo, por críticas ao PT.
