A morte do Papa Francisco, nessa segunda-feira (21), fez com que o líder religioso não recebesse em mãos o documento que o oficializou como cidadão honorário de Minas Gerais. A honraria foi concedida a Francisco em dezembro de 2024. Interlocutores da Assembleia Legislativa, responsável por aprovar a cidadania honorária ao pontífice, planejavam uma visita ao Vaticano neste ano para entregar o material referente à honraria.
Mesmo sem receber o documento, Francisco morreu como cidadão honorário de Minas. Isso porque a concessão do título independe da realização de algum tipo de cerimônia ou solenidade de entrega.
O pedido de concessão da cidadania honorária de Minas a Francisco foi assinado por deputados de Rede, Psol, PT, PV, PCdoB, Novo, PP, PSD, União Brasil, PMN, Podemos, PSDB, Solidariedade e PDT. A solicitação foi transformada em um projeto de resolução apresentado pela Mesa Diretora da Assembleia.
Nascido Jorge Mario Bergoglio e de cidadania argentina, Francisco tinha 88 anos. Ele morreu em decorrência de um AVC e de insuficiência cardíaca.
