Presidente da AMM diz não descartar candidatura ao governo de MG

Luís Eduardo Falcão tem sido cotado por prefeitos aliados para entrar na disputa em 2026; prefeito de Patos de Minas não nega
Falcão está sem partido desde que deixou o Novo, em abril. Foto: Alexandre Netto/ALMG

O prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão (sem partido), não descarta a possibilidade de concorrer ao governo de Minas nas eleições do ano que vem.

Questionado por O Fator sobre manifestações de aliados por uma candidatura, Falcão disse querer “participar de um projeto de renovação para o Estado”.

“Sinto-me honrado com a lembrança; esse reconhecimento é fruto do trabalho que a AMM vem desenvolvendo. E, também, da reeleição em Patos de Minas, a primeira na história da cidade, com mais 90% de aprovação. Meu compromisso hoje é com a gestão da minha cidade e com os resultados na Associação. Mas sim, quero estar em um projeto de renovação que seja focado no futuro do nosso Estado, que esteja próximo das pessoas e olhe pra frente com diálogo e eficiência”, afirmou Falcão.

A declaração do presidente da AMM ocorre após uma série de manifestações públicas de prefeitos aliados de Falcão que participam da Caravana da AMM pelo Estado. Na terça-feira (25), durante evento em Machado, no Sul de Minas, o prefeito da cidade e 1º secretário da entidade, Maycon Willian, disse “não ver candidaturas no cenário atual capazes de representar os municípios mineiros”.

O prefeito de Machado contou com o apoio de outros gestores presentes ao evento. João Pedro, de Itamonte; e Eduardo Chegung, de Heliodora, também defenderam a candidatura de Falcão.

A “defesa pública” da candidatura de Falcão começou na primeira edição da Caravana da AMM, no Centro-Oeste de Minas, em outubro. No evento, prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo (Novo), pediu que o presidente da AMM concorresse ao governo ou que fosse vice de seu irmão, o senador Cleitinho (Republicanos),.

Falcão está sem partido desde que se desfiliou do Novo, em abril, por conta de divergências com o partido.

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