‘Sicário’ não tem histórico de problemas na prisão, diz governo de MG

“Não houve intercorrências por parte do detento” em 2020, disse a Sejusp
Sicário, Mexerica
Sicário ou Mexerica: sem histórico de intercorrências na prisão.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, preso preventivamente ontem pela Polícia Federal, não tem histórico de “intercorrências” no sistema prisonal de Minas.

A informação é da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) em nota a O Fator.

“Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão esteve durante um breve período no sistema prisional administrado pela Polícia Penal de Minas Gerais (entre 10 e 15/2/2020). Neste período não houve intercorrências por parte do detento”, diz a nota, enviada na tarde desta quinta (5).

Luiz Phillipi também é conhecido em BH pelo apelido “Mexerica”.

A Polícia Federal disse ontem em nota que Luiz Phillipi “atentou contra a própria vida, enquanto se encontrava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais”.

Pouco depois das 10 da noite de ontem, a PF atualizou a nota, acrescentando que “não confirma as notícias veiculadas na imprensa que atestam a morte do custodiado”.

A assessoria de imprensa da PF ainda não respondeu às perguntas de O Fator.

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