Unesco aprova queijo minas como Patrimônio da Humanidade

Decisão foi tomada nesta quarta (4) em assembleia em Assunção, no Paraguai
Queijo minas
Queijo minas agora é patrimônio da humanidade. Foto: Epamig/Via Agência Minas

A Unesco adotou nesta quarta (4) os modos tradicionais de produzir queijo minas como Patrimônio Imaterial Cultural da Humanidade.

A assembleia, realizada em Assunção, foi transmitida ao vivo pelo canal da Unesco no YouTube.

Como parte da inscrição, o governo brasileiro enviou um vídeo mostrando o queijo minas artesanal como “parte do cotidiano das mesas mineiras”.

O vídeo também destaca Minas como maior produtor de queijo e leite do país.

O governo mineiro preparou com antecedência uma programação para celebrar o título, incluindo show de drones e uma mesa de queijos e drinques especiais com cachaça no coreto da Praça da Liberdade. O maior Queijo Minas Padrão do mundo, com mais de 2,8 toneladas, será apresentado no Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, em 15 de dezembro.

“Esse reconhecimento da Unesco coloca Minas Gerais e o Brasil em um patamar de destaque no cenário mundial, valorizando não apenas o produto, mas as pessoas, os territórios e os modos de fazer que preservam essa tradição secular,” afirmou o secretário estadual de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, a O Fator. “O Queijo Minas Artesanal é um símbolo da mineiridade, e esse título abre caminhos para que toda a nossa gastronomia seja também reconhecida como patrimônio imaterial global.”

Outros patrimônios imateriais brasileiros já reconhecidos pela Unesco incluem o frevo, o Círio de Nazaré e a roda de capoeira, entre outros.

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