Engler, em BH, e João Marcelo, em Nova Lima. O brilho do marketing em família

Aconteça o que acontecer em 27 de outubro, Anderson já pode comemorar, pois fez bonito, ou melhor, lindo nestas eleições
Anderson França e Roberto Hilton
Anderson França e Roberto Hilton. Filho de peixe, peixinho é (Foto: Acervo Pessoal)

Se a “propaganda é a alma do negócio”, há uma baita estrela brilhando na cidade. Trata-se do jovem e talentoso Anderson França, filho do conhecido Roberto Hilton, ex-JBis, um dos mais influentes marqueteiros políticos dos anos 1990 e 2000. 

Com apenas 36 anos, o fundador da ORO Comunicação, em 2013, agência de clientes de peso como Mart Minas, Clube Atlético Mineiro e Ordem dos Advogados do Brasil (MG), tem motivos de sobra para sorrir e comemorar.

Casado com Júlia França, amor dos tempos da faculdade Milton Campos – sim, o publicitário é também formado em Direito -, ganhou seu maior presente há menos de um ano, o mais novo atleticano da família: Dudu.

Marketing Político

Mas a alegria de França vem também dos feitos como publicitário político. Responsável pela comunicação da Prefeitura de Nova Lima, tornou a ótima gestão de João Marcelo Dieguez (Cidadania) visível e conhecida, pavimentando a reeleição do prefeito, com estupendos 85% dos votos.

Outro golaço do marqueteiro, digno do artilheiro Hulk, do Galo, é a ida – em primeiro lugar – de Bruno Engler (PL) para o segundo turno da eleição municipal de Belo Horizonte, ao lado do atual prefeito da cidade, Fuad Noman (PSD), com cerca de 9% de vantagem.

Todos previam a presença de Engler no segundo turno, pois o representante do bolsonarismo – ao lado do lulopetismo, a maior e mais influente força política do Brasil. Porém, não em primeiro lugar, nem muito menos com tão considerável vantagem.

Só dá Galo

O mais surpreendente, contudo, foi a performance do próprio Engler. Motivo até mesmo de chacota no meio político, por sua timidez e falta de oratória, o jovem deputado fez bonito e foi, ao lado de Gabriel Azevedo (MDB), quem melhor se apresentou nos debates.

Outra boa surpresa foi o comportamento educado e equilibrado do – também atleticano – Engler (João Marcelo e Fuad, bem como Anderson, são atleticanos, assim como este colunista que vos escreve), deixando a agressividade comum ao bolsonarismo de fora.

A tática de suavizar o discurso bolsonarista e se concentrar em temas da cidade, e não na polarização nacional entre Bolsonaro e Lula, esquerda e direita e outras pautas estranhas aos problemas locais da população, foi mais do que acertada e exitosa.

Final Feliz

Aconteça o que acontecer em 27 de outubro, Anderson já pode comemorar, pois fez bonito, ou melhor, bonito não, lindo nestas eleições. Daqui a dois anos teremos mais campanhas: Governo de Estado, Assembleia Legislativa, Congresso Nacional e Presidência.

Se eu fosse político e fosse concorrer em 2026, já bateria à porta da ORO. “Ricardo, por que essa puxação de saco e propaganda toda. Tá ganhando alguma coisa?”. Claro que sim, ué. Tô ganhando a alegria de compartilhar o momento ao lado de um querido amigo.

Sim. Anderson, Roberto, Júlia e Dudu são – ainda que novos – amigos amados. Torço muito por eles e pelo sucesso da ORO. Torço, mais ainda, para o Galão da Massa levar a Copa do Brasil e a Liberta, tornando este ano simplesmente inesquecível para essa turma. 

Em tempo: independentemente de toda a minha “babação de ovo” acima, eu pergunto aos haters: os caras são phoda ou não? Então pronto, pô. Batam palmas e não encham o saco.

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