O sinal de Cármen Lúcia sobre o futuro de Edilene Lôbo no TSE

Advogada mineira tem mandato na Corte eleitoral até agosto deste ano
Lôbo foi indicada e nomeado ao cargo em setembro de 2023, para um mandato de dois anos. Foto: Alberto Ruy/Secom/TSE
Lôbo foi indicada e nomeado ao cargo em setembro de 2023, para um mandato de dois anos. Foto: Alberto Ruy/Secom/TSE

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Carmen Lúcia, sinalizou a interlocutores que pode não reconduzir a advogada mineira Edilene Lôbo ao posto de ministra substituta da Corte.

Lôbo foi indicada e nomeado ao cargo em setembro de 2023, para um mandato de dois anos. Sua indicação entrou para a história por ser a primeira ministra negra do TSE.

A possibilidade de uma não recondução já tem movimentado juristas mais próximos a Edilene Lôbo. Nos últimos dias, o nome da mineira chegou a ser aventado para a cadeira que estava vaga no Superior Tribunal Militar (STM) – no sábado (8), no entanto, o cargo acabou ocupado pela advogada Verônica Sterman, indicada pela ministra Gleisi Hoffmann (PT) a Lula (PT).

Antes vista como um nome muito ligado ao PT, Edilene Lôbo conseguiu, ao longo do mandato como ministra substituta no TSE, se desvincular do partido. Apesar disso, não seguir no tribunal deve gerar ruídos e reclamações vindas de Minas Gerais para Carmen Lúcia.

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