Os alvos de uma operação sobre peculato e fraude em licitação em Congonhas

Ação, deflagrada pelo MPMG e pela Polícia Civil nesta quinta-feira (28), também teve desdobramentos em BH
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Sede do Executivo municipal. Foto: Prefeitura de Congonhas

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Polícia Civil deflagraram, nesta quinta-feira (28), a Operação Sangria, que busca desarticular um suposto esquema de peculato e fraude em licitação envolvendo projetos para a construção de um complexo hospitalar em Congonhas, no Campo das Vertentes.

Segundo apurou O Fator, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em seis endereços em Congonhas e Belo Horizonte. Foram alvos da operação o ex-prefeito de Congonhas, Cláudio Dinho, a esposa dele, Libertad Lamarc, o ex-secretário de Saúde do município, Allan Falci, e o presidente da Associação Pró-Vida Congonhas, Arthur Padovani.

Os agentes encontraram, na casa de Dinho, cerca de R$ 587 mil em espécie. Também foram apreendidos celulares e computadores.

Allan Falci ocupava, até esta semana, a chefia da secretaria municipal de Saúde de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Em Congonhas, as investigações, que tramitam em segredo de justiça, apuram se houve desvios nos repasses da Prefeitura de Congonhas à Associação Pró-Vida entre 2021 e 2024.

O Fator buscou contato com Cláudio Dinho, Libertad Lamarc, Allan Falci e Arthur Padovani, que até o momento não se manifestaram. Em caso de retorno, este texto será atualizado.

Em nota, a Prefeitura de Lagoa Santa informou que Allan Diego Falci foi exonerado, ainda nessa quinta-feira (28), do cargo de secretário municipal de Saúde.

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