Minas ganha fôlego, mas segue perto de furar teto da Lei de Responsabilidade Fiscal

Estado diminuiu ligeiramente o percentual de despesas com pessoal em relação ao limite estabelecido pelo governo federal
A Cidade Administrativa
A Cidade Administrativa. Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

O governo de Minas Gerais diminuiu, no segundo quadrimestre deste ano, o percentual de despesas com pessoal em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De maio a agosto, o índice ficou em 48,52% da Receita Corrente Líquida (RCL), enquanto entre janeiro e abril os gastos com o funcionalismo corresponderam a 48,81% da RCL. Segundo os termos da LRF, os pagamentos aos servidores não podem ultrapassar 49% da arrecadação — o que mantém o estado à beira de furar o limite.

Os dados constam no relatório de gestão fiscal do estado, divulgado nessa terça-feira (30).

Apesar do fôlego percentual, houve aumento no valor global das despesas. Entre maio e agosto, a despesa com pessoal atingiu R$ 53,03 bilhões. No primeiro quadrimestre deste ano, as cifras estavam em torno dos R$ 52 bilhões.

A receita do segundo quadrimestre deste ano ficou perto dos R$ 109,3 bilhões. Nos primeiros quatro meses, a arrecadação bateu R$ 106,6 bilhões. Por isso, a diminuição do percentual ligado à LRF.

A dívida consolidada líquida no segundo quadrimestre estava em R$ 163,9 bilhões. O valor considera todo o saldo devedor do estado, hoje em R$ 199,96 bilhões, e desconta da conta a verba em caixa (R$ 36,28 bilhões).

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

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