A maioria dos vereadores de Belo Horizonte não participará presencialmente da votação do projeto de lei que institui a tarifa zero nos ônibus da cidade, conforme apurou O Fator. A sessão que analisará a matéria em 1° turno acontece ainda nesta sexta-feira (3).
A alegação é que o alto número de pessoas presentes à sede da Câmara Municipal (CMBH) para assistir à sessão gera insegurança.
Populares favoráveis à implantação das gratuidades estão na Casa fim de acompanhar, das galerias do plenário, a reunião que analisará a proposta. Entidades setoriais contrárias ao texto também terão representantes na plateia.
Vinte e dois vereadores assinaram a proposição, apresentada em fevereiro. Alguns dos signatários, contudo, avaliam votar contrariamente à tarifa zero. A Prefeitura de BH defende a rejeição à ideia por enxergar inviabilidade econômica.
Nessa quinta-feira (2), por causa de divergências quanto à proposta, o vereador Helton Júnior (PSD) deixou o cargo de vice-líder do prefeito Álvaro Damião (União Brasil) no Parlamento Municipal. O pessedista anunciou que vai votar favoravelmente ao projeto.