Falar da agricultura em Minas Gerais não é falar apenas de números, sacas ou arrobas. É falar de soberania, tradição e, acima de tudo, dignidade. Enquanto o Brasil enfrenta mares revoltos na economia, o campo mineiro se mantém como o porto seguro da nossa nação. Mas é preciso dizer a verdade: a pujança que vemos hoje nas lavouras de café do Sul de Minas ou nas pastagens do Triângulo não caiu do céu. Ela é fruto de uma luta diária contra as incertezas e de uma articulação política que finalmente aprendeu a respeitar quem produz.
A evolução da nossa produção é um fenômeno de resiliência. Minas Gerais não apenas bateu recordes de produtividade em 2025; o estado provou que o trabalho associado à tecnologia e à fé pode mover montanhas.
· O café mineiro não é apenas uma commodity, é o sangue que corre nas veias de milhares de municípios, gerando divisas que sustentam escolas e hospitais. · Nossa pecuária, reconhecida mundialmente pela excelência, e o leite — símbolo da nossa hospitalidade e economia familiar — são os pilares que seguram o interior do estado de pé. · E ainda tem a soja, o milho, o trigo, as cucurbitáceas e tantos outros produtos que estão em franco desenvolvimento no Estado.
Não é sorte. É o resultado de mãos calejadas que acordam antes do sol e de mentes que não descansam até que o produto mineiro seja o melhor do planeta.
O crescimento econômico exige segurança e, acima de tudo, apoio. O que vemos hoje em Minas é uma parceria estratégica e comprometida entre a Secretaria de Estado de Agricultura (Seapa) e a Assembleia Legislativa (ALMG). Essa união deixou para trás a era da burocracia punitiva para dar lugar à era do fomento e do diálogo.
Quando o Executivo planeja e o Legislativo dá voz ao produtor, o resultado é uma política pública que chega na ponta, no pequeno agricultor, na cooperativa e no grande exportador. É uma rede de proteção que garante que o produtor rural não esteja sozinho na sua jornada.
Nesse cenário de lutas e conquistas, é impossível não destacar a liderança do Deputado Antônio Carlos Arantes. Arantes não é um político que apenas observa o agro; ele vive o agro. Sua atuação na ALMG é o reflexo de quem conhece o cheiro da terra e as dores de quem empreende no meio rural.
Seus projetos são verdadeiros escudos para o setor:
· Justiça para o Produtor: Arantes foi a voz determinante na regulamentação do Queijo Minas Artesanal, tirando da clandestinidade milhares de famílias e elevando nossa cultura ao patamar de prêmio internacional. · Segurança e Paz no Campo: Com o fortalecimento das patrulhas rurais e o combate firme à criminalidade, ele devolveu ao produtor o direito de dormir tranquilo em sua propriedade. · Liberdade para Produzir: Suas iniciativas contra o excesso de taxas e pela simplificação do licenciamento ambiental mostram que ele entende que o Estado deve ser um parceiro, e não um obstáculo.
O momento da agricultura nacional passa obrigatoriamente pelas montanhas de Minas. Somos o exemplo de que, com trabalho árduo e representantes que não se curvam diante de ideologias distantes da realidade, o progresso é inevitável.
O agro mineiro é a nossa maior bandeira. É a prova de que o Brasil que trabalha é o Brasil que dá certo. E, enquanto houver terra, suor e lideranças comprometidas como as que temos hoje, Minas continuará sendo o farol que ilumina o caminho do desenvolvimento brasileiro.