Jorge Berg

O Reino de Dentro: a Pasárgada possível é a que cabe no peito

Há uma hora da madrugada em que o espelho não mente. A luz é fria, o rosto cansado, e não há disfarce que nos salve.

A gramática do afeto

Esta crônica nasceu de cenas miúdas. Um cartaz amarelecido de uma repartição pública onde diz: “favor preencher em letra de forma”, a caneta presa por

Vida sem fôrma: o sentido que floresce sem metas

Talvez seja hora de abandonar a fôrma invisível com que a gente insiste em moldar a vida. Aquela fôrma silenciosa que mora na gaveta das

Pão, chão, coração: um ensaio sobre vaidade, desejo e o retorno à própria fonte

Minha avó paterna, Adelaide, tantas vezes lembrada pelo meu Pai Nery, ensinava que a nossa evolução pede três bens simples e radicais: o pão, o

A letra da essência: gosto, diferença e a letra por trás do som

Tudo começou com um “bom dia” afetuoso que recebi de uma amiga querida. Ao retribuir os votos, sugeri como trilha para o dia um sucesso

O vidro e a maré: por que o conforto não é parente da felicidade

Dizem – e se não for verdade serve também -, que certos peixes como as carpas, por exemplo, ajustam-se ao tamanho da água. No copo,

Primavera, escola de recomeços

No próximo dia 22 de setembro começa a primavera. Ela não pede licença a ninguém. Vem no cheiro de terra molhada, na claridade que muda

Para onde vamos? O dever da palavra contra o consenso do silêncio

Há notícias que não apenas chegam. Elas nos atravessam. Escrevo, portanto, em primeira pessoa, pois já não me é possível observar este tema à distância.

Excelência, o abismo

 “Excelência.” A palavra chega antes de mim. Rouba a cena. Impõe o silêncio na sala. E eu, que deveria ser o centro, entro depois… diminuído

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