Jorge Berg

O vidro e a maré: por que o conforto não é parente da felicidade

Dizem – e se não for verdade serve também -, que certos peixes como as carpas, por exemplo, ajustam-se ao tamanho da água. No copo,

Primavera, escola de recomeços

No próximo dia 22 de setembro começa a primavera. Ela não pede licença a ninguém. Vem no cheiro de terra molhada, na claridade que muda

Para onde vamos? O dever da palavra contra o consenso do silêncio

Há notícias que não apenas chegam. Elas nos atravessam. Escrevo, portanto, em primeira pessoa, pois já não me é possível observar este tema à distância.

Excelência, o abismo

 “Excelência.” A palavra chega antes de mim. Rouba a cena. Impõe o silêncio na sala. E eu, que deveria ser o centro, entro depois… diminuído

A Alquimia do riso: um manual de bolso contra a cara amarrada

Aconteceu numa sexta-feira recente, em uma mesa com amigos no território do confrade-irmão Paulo Sérgio. Na empolgação de uma ideia, ele, Paulo Sérgio, gesticulou e

Liturgia do soco e da chupeta

A culpa como também o convite veio do meu Confrade irmão Zaca, com “c”, porque, sim, ele reclama. Ele jogou no grupo da NOSSA DESTILARIA

A ciência, o milagre e a batata (versão das montanhas das Minas Gerais)

Terça, 17h12m. Céu de chuva em Belo Horizonte, cheiro de café passado e a Rua da Bahia naquele vai-e-vem. Apita o WhatsApp: mensagem do meu

O Ponto Morto da Excelência

Olhem aqui. Preciso desabafar. Há uma angústia que me corrói o fígado, toda santa noite, quando o noticiário despeja suas matérias sobre nós. A gente

Soldados do Tédio

Sério, me diga: “O que leva um cara nascido aqui, entre pão de queijo e bar de esquina, com samba e praia de Copacabana, terra

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