Leônidas Oliveira

Jota D’Ângelo e Mamélia: fundadores de uma cena

O lançamento da pedra fundamental do Teatro Jota D’Ângelo, na Feluma, reacende a memória de quem ajudou a fundar o teatro moderno em Minas Gerais.

Adriana Araújo: da Pedreira ao canto da cidade

Adriana Araújo morreu na segunda-feira, 2 de março de 2026, aos 49 anos, vítima de aneurisma cerebral. A notícia interrompeu uma presença concreta do samba

Di Souza

Escrevo sobre Di Souza a partir de quem acompanha os movimentos artísticos de Belo Horizonte desde os anos 1990. Vi a cidade buscar linguagem própria,

Victor Dzenk: a vocação que antecede a forma

“A arte não reproduz o visível; ela torna visível.” A afirmação de Paul Klee ajuda a situar, com precisão, o lugar ocupado por Victor Dzenk

Rômulo Duque, jovem senhor das artes cênicas mineiras

Rominho — como os mais íntimos o chamam — é um daqueles nomes que a cultura mineira reconhece não pelo brilho imediato, mas pela permanência.

Magdalena Rodrigues: a permanência como forma de coragem

Magdala. A palavra, nas raízes antigas, remete à ideia de torre: algo que se ergue não para a vaidade, mas para a vigília; não para

Rir é coisa séria: “Acredite” e a filosofia pública da comédia

Há comédias que apenas nos distraem. E há comédias que nos educam — não por lição explícita, mas por humanidade. “Acredite, um espírito baixou em

Teuda Bara (1941–2025): o teatro como forma de permanência

A morte de Teuda Bara não é apenas a despedida de uma grande atriz. É uma dessas interrupções que obrigam o pensamento a desacelerar. Algo

Minas e o Imperador: dois aniversários, um país

De Cordeirinho a Manhuaçu, nesses caminhos longos de Minas que costuram o Brasil por dentro, aprendi que a história não está apenas nos arquivos. Ela

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