Opinião

A Constituição de 1988, a Democracia e a Educação Básica: desventuras da educação brasileira – promessas ainda não cumpridas, inércia e resultados críticos

As desventuras da educação básica brasileira são o assunto desse artigo. Os dois precedentes enfatizaram as venturas. Dissertaram sobre a primeira de duas revoluções necessárias,

2025, o ‘Ano das Artes’ em Minas Gerais: um convite à reflexão e à celebração

O ano de 2025 promete ser um marco na trajetória cultural de Minas Gerais, território que sempre pulsou arte e criatividade em cada canto, mas

A Constituição de 1988, a Democracia e a Educação Básica: venturas da educação básica brasileira nos governos Lula e Dilma

Em artigo precedente, o primeiro dessa série de dez sobre Educação, ocupamo-nos de descrever as realizações dos governos tucanos na educação básica. Este, ocupa-se das

TJRJ decreta falência da Sete Brasil

Em 17 de dezembro de 2024, a Justiça brasileira proferiu a sentença que decretou a falência do Grupo Sete Brasil, um desfecho que simboliza o

Os ensinamentos por trás das telas

Filmes e séries podem ser mais do que simples entretenimento. Algumas histórias trazem lições profundas que ressoam com os desafios que enfrentamos na vida profissional.

A Constituição de 88, a Democracia e a Educação Básica: venturas da educação básica brasileira nos governos FHC

O progressismo, a ideia de que uma sociedade melhor é possível pela ação coletiva, porquanto minoritário na composição parlamentar da Assembleia Nacional Constituinte (1987-88), lá,

Licença de Fuad é triste, mas necessária e bem-vinda

Eu não diria que envelhecer é bom, ainda que a alternativa seja bem pior, mas há ganhos que, sim, valem muito a pena. Maturidade e

Brasil e redemocratização: da primavera à ‘revolução de veludo’ do lulismo

A invasão da Tchecoslováquia por 500 mil soldados e tanques da URSS, comunista, aos 20-21 de agosto de 1968, aniquilou a “Primavera de Praga”, o

Em duvidosa mensagem de natal, Kalil revolta comunidade judaica

Em mensagem de natal, Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, publicou – contrariando todos os fatos históricos – que Jesus era “palestino, refugiado, pobre, perseguido,

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