A engenharia que fez aliança de Simões acomodar três candidatos ao Senado

Viana e Superman concorrerão separadamente, mas com apoio do governador; Aro, também avulso, não terá endosso
Romeu Zema, Mateus Simões e PSD
Simões conseguiu apoio de União e PP, mas não estará com Aro na campanha. Foto: Divulgação

O acordo da federação União Brasil-PP para apoiar a reeleição de Mateus Simões (PSD) ao governo de Minas Gerais levou a uma reorganização das peças na chapa. Embora o bloco tenha indicado Marcelo Aro (PP) para disputar o Senado Federal, ele concorrerá à parte da coligação pessedista, que oficialmente terá apenas Carlos Viana para o posto.

O Novo adotará o mesmo expediente. Sem a vice, que ficará com Danilo de Castro (União Brasil), a sigla continuará na aliança de Simões, mas lançará um concorrente avulso ao Senado: Marco Antônio Costa, o Superman, que já havia tido a candidatura a deputado federal homologada.

Nesse cenário, apurou O Fator, cada partido terá uma engrenagem independente para o páreo ao Senado. As propagandas de Viana serão exibidas apenas com o tempo de rádio e televisão do PSD, enquanto Aro terá acesso somente aos minutos destinados a União e ao PP. Como o Novo não tem direito a esse tipo de exposição, Superman ficará de fora dos blocos de veiculação obrigatória.

Outra federação na aliança do PSD

Com o embarque de União Brasil-PP, Simões também conseguiu o apoio da federação entre PRD e Solidariedade. O grupo esperava por uma definição quanto a uma possível candidatura de Aro ao Executivo para definir o caminho a trilhar. O Avante completará o arco.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

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