Alvo de mandado de prisão, Léo Índio trabalhou para Carlos Viana

Alexandre de Moraes entendeu que o primo dos filhos de Bolsonaro, também réu por golpe de Estado, fugiu para a Argentina
Léo Índio
Léo Índio: gabinete de Carlos Viana no currículo. Imagem: Reprodução

Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, réu por tentativa de golpe de Estado e outros crimes, foi alvo nesta quarta (2) de mandado de prisão preventiva. O ministro Alexandre de Moraes entendeu que Léo embarcou em “evidente fuga” ao se mudar para a Argentina.

Léo Índio, não custa lembrar, já trabalhou no gabinete do senador Carlos Viana (Podemos-MG). Léo é primo dos três filhos mais velhos do ex-presidente Bolsonaro.

Léo Índio consta na equipe do gabinete de Viana em 2020. O site do Senado é pouco transparente sobre datas, tornando difícil cravar os meses de admissão e demissão. Antes, Léo passou pelo gabinete de Chico Rodrigues (PSB-RR).

Em janeiro e em dezembro de 2020, Léo recebeu o mesmo salário como assessor parlamentar: R$ 22.943,73 brutos. Dá cerca de R$ 17 mil líquidos por mês.

Procurado por O Fator, Viana não quis comentar.

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