Depois 14 anos, a Fundação Hemominas mudou de presidente. No comando da instituição desde 2011, a médica hematologista Júnia Cioffi deu lugar a Kelly Nogueira Guerra, que atuava como diretora de Gestão Institucional da entidade, que tem como carro-chefe a gestão de bancos estaduais de sangue.
Pelo que apurou O Fator, Júnia Cioffi, servidora de carreira da fundação, que está formalmente ligada ao governo do estado, se aposentou.
Kelly Nogueira, por seu turno, está na diretoria da Hemominas desde 2003. Mestre em Administração Pública, ela tem especialização em Acreditação Hospitalar. O trabalho de conclusão de cursos da gestora, inclusive, foi sobre o processo de manutenção predial da fundação.
Como de praxe, a escolha de Kelly terá de ser ratificada pela Assembleia. Ela passará, inclusive, por uma sabatina na Comissão de Saúde da Casa. Segundo interlocutores ouvidos pela reportagem, por tratar-se de um nome técnico e também de carreira da Hemominas, a tendência é que não haja óbices à indicação.
Com a ida de Kelly para a presidência, a pasta de Gestão Institucional da Hemominas passará a ser liderada pelo especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental Dirceu Alves Jácome Júnior.
Hoje, a Fundação Hemominas tem hemocentros em Belo Horizonte, Juiz de Fora (Zona da Mata), Montes Claros (Norte), Uberaba (Triângulo), Governador Valadares (Vale do Rio Doce), Pouso Alegre (Sul) e Uberlândia (Triângulo). Há, ainda, hemonúcleos e pontos de coleta espalhados por outras regiões do estado.
