Urnas nos asilos: a sugestão de um deputado de Minas a Cármen Lúcia

Ministra, que preside o TSE e compõe o STF, recebeu parlamentar do estado nesta quinta-feira (27)
Portela e Cármen se conheceram quando a ministra era procuradora-geral do Estado de Minas Gerais, durante o governo de Itamar Franco (1999-2002). Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF

O deputado federal Lincoln Portela (PL-MG) aproveitou uma reunião com a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (27), para fazer uma sugestão: a instalação de urnas eletrônicas em asilos, casas de repouso e hospitais. A medida, segundo o parlamentar, facilitaria a participação política da terceira idade e diminuiria o número de abstenções entre os idosos.

A ideia, contudo, foi rechaçada de pronto pela ministra, que preside o TSE. De acordo com Cármen Lúcia, problemas logísticos e o risco de fraude impedem a instalação dos pontos de votação em locais que não as seções eleitorais tradicionais.

O encontro entre Lincoln Portela e Cármen Lúcia foi pedido pelo deputado, que é presidente nacional do PL 60+, braço do partido voltado à terceira idade. Além da sugestão sobre as urnas eletrônicas, Portela conversou com a ministra a respeito de pautas ligadas à população idosa que tramitam na Suprema Corte.

A conversa durou cerca de uma hora. Portela e Cármen se conheceram quando a ministra era procuradora-geral do Estado de Minas Gerais, durante o governo de Itamar Franco (1999-2002).

Também esteve presente à reunião a secretária-geral do PL 60+, Adriana Fortes.

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