A direção-geral da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) autorizou a eliminação de uma série de documentos referentes à administração da Casa entre 1999 e 2007. Serão descartados papéis que dizem respeito a temas como a compras sem licitações feitas pelo Parlamento, aquisições oficializadas após editais, imóveis leiloados e despesas indenizatórias dos gabinetes. Apesar do descarte das versões físicas dos materiais, a papelada continuará disponível para consulta no repositório virtual da ALMG.
A eliminação dos papéis acontecerá por causa da avaliação de que os documentos, em suas versões físicas, não têm mais utilidade. Segundo apurou O Fator, a ideia é evitar um simples descarte das documentações no lixo. Por isso, o plano envolve a retirada sustentável do conteúdo da sede da Casa.
Ao todo, a documentação tem mais de 86 metros de comprimento.
A Assembleia de Minas tem a própria Política de Eliminação de Documentos, regulamentada em 2017. O texto permite a exclusão das versões físicas de materiais antigos, cujo arquivamento perdeu o sentido. O regramento segue orientações do governo federal.
