Jorge Berg

A ciência, o milagre e a batata (versão das montanhas das Minas Gerais)

Terça, 17h12m. Céu de chuva em Belo Horizonte, cheiro de café passado e a Rua da Bahia naquele vai-e-vem. Apita o WhatsApp: mensagem do meu

O Ponto Morto da Excelência

Olhem aqui. Preciso desabafar. Há uma angústia que me corrói o fígado, toda santa noite, quando o noticiário despeja suas matérias sobre nós. A gente

Soldados do Tédio

Sério, me diga: “O que leva um cara nascido aqui, entre pão de queijo e bar de esquina, com samba e praia de Copacabana, terra

O sabiá, o instante e a pressa

Há versos que moram em nós, quase como um DNA da alma brasileira. Quem nunca se sentiu um pouco exilado ao lembrar de Gonçalves Dias,

Desligar para poder enxergar

Sabe aquela frase do Rumi, “A sabedoria está em saber o que ignorar?”. Pois é. Me peguei pensando nisso, depois de passar não sei quanto

Cem anos de consumo: crônica de uma solidão anunciada

Sussurram os mestres do Oriente, que a raiz de todo sofrimento se enlaça nos galhos do apego, nessa ânsia febril de possuir o que é,

O dissenso das santas: quando Capitu encontra Cassy no século XXI

Em tempos de polarizações rasas e julgamentos instantâneos, revisitá-las é quase um ato de resistência intelectual: Capitu, de Dom Casmurro, e Cassy, de A Cabana

A Eterna Juventude dos loucos

Meus amigos, os jornais de hoje não dão manchete para o que verdadeiramente importa. Falam de economias trôpegas e de políticos de hálito duvidoso, mas

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