As tarefas de Igor Alvarenga na Codemge

O ex-secretário é cotado para disputar uma cadeira nas eleições de 2026
Igor Alvarenga e a equipe do Minas Urbano. Foto: Gil Leonardi

O ex-secretário de Educação de Minas Gerais, Igor Alvarenga, agora dá expediente na Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemge). Desde o fim da semana passada, ele atua como assessor da presidente Luísa Barreto em projetos voltados ao fomento dos esportes urbanos e radicais e ao universo dos jogos digitais, como forma de inclusão.

No cargo, Alvarenga vai apoiar a gestora em iniciativas como o Minas Urbano, que busca promover o desenvolvimento de esportes urbanos e radicais no Estado, e o PlayMinas, voltado à integração de esporte, educação, tecnologia, cultura e empreendedorismo por meio dos jogos digitais.

Servidor de carreira da Educação, Alvarenga tem sido sondado por partidos para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ou na Câmara dos Deputados.

Na terça-feira (16), ele lançou nas redes sociais uma logomarca pessoal que, segundo a legenda, “representa um quebra-cabeças de união, coletividade e construção através da educação”, bandeiras que podem ser utilizadas em eventual campanha eleitoral.

Alerta vermelho

Nos bastidores, a possível candidatura de Alvarenga acende um alerta em parlamentares com eleitorado consolidado na área da educação, majoritariamente de esquerda. Seu bom trânsito entre profissionais do setor e deputados de oposição era apontado pelo governo mineiro como um diferencial durante a gestão na Secretaria de Estado de Educação.

Trajetória

Alvarenga começou a carreira como professor de Biologia e diretor escolar. Em 2019, assumiu a Subsecretaria de Articulação Educacional e, em 2022, passou a comandar a Secretaria de Estado de Educação após a saída de Julia Sant’Anna.

À frente da pasta, era considerado pelo governo um perfil capaz de dialogar com trabalhadores da educação e parlamentares de oposição na ALMG. Em agosto deste ano, conforme antecipado por O Fator, deixou o cargo, que passou a ser ocupado por Rossieli Soares, ex-secretário de Educação do Amazonas, São Paulo e Pará e ministro da Educação no governo Michel Temer (MDB).

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