Gustavo Galassi (PSDB) e Marcelo Heringer (PDT), os dois nomes que abriram mão de candidaturas ao Senado Federal para abrir espaço a Aécio Neves, serão suplentes do tucano na disputa pela Casa Alta. Galassi ficará com a primeira suplência e Heringer com a segunda.
A definição fecha a reorganização da chapa após a entrada de Aécio na corrida. O PDT foi o primeiro a retirar seu candidato ao Senado, abrindo mão da candidatura de Heringer. Depois, Galassi também deixou a disputa, liberando a vaga para o ex-governador.
Mesmo fora da cabeça de chapa, Galassi seguirá com papel ativo na campanha de Alexandre Kalil (PDT). Ele continua escalado para coordenar o Triângulo Mineiro, região onde o candidato ainda enfrenta dificuldades para ampliar o acesso a lideranças políticas.
A missão será acompanhar Kalil em viagens, apresentar lideranças e fazer a ponte com os prefeitos da região.
Uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelece que a renúncia ao registro de candidatura, depois de homologada pela Justiça Eleitoral, impede o candidato de voltar a concorrer ao mesmo cargo na mesma eleição.
O Fator procurou o Tribunal Regional Eleitoral (TSE) para saber se a posição de suplente é considerada o mesmo cargo que a função de senador. Até o momento, não houve resposta.