Leilão da BR-381: sem dinheiro federal não sai

Leilão foi suspenso em novembro do ano passado por não ter propostas de empresas interessadas na concessão
Curvas da BR-381, conhecida como Rodovia da Morte
Leilão da BR-381 já foi adiado várias vezes (FOTO: TCU / Divulgação)

O Governo Federal colocou o leilão da BR-381, no trecho em ter Belo Horizonte e Governador Valadares, na Região do Rio do Doce, como uma das ações prioritárias em 2024. Mas, para atrair o investimento das empresas, a União terá que aportar dinheiro. Essa é a avaliação e um dos interlocutores ligados a negociação em conversa com O Fator.

“No último leilão que deu deserto, o Governo Federal estava muito confiante que haveria interessados. Duas empresas chegaram a ir até a B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), mas não apresentaram lances”, disse.

A avaliação das empresas é que será necessário um aporte por parte do Governo Federal. “O clima era de velório depois no ministério (Infraestrutura). Uma das empresas que estudaram participar falou que a conta não fechava. Para viabilizar esse leilão vai precisa ter algum aporte do governo federa”, finalizou.

R$ 10 bi em investimentos

O projeto da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) prevê o investimento de R$ 10 bilhões pela iniciativa privada em intervenções como duplicação das faixas de tráfego, além da construção de túneis e passarelas.

O projeto também prevê a instalação de praças de pedágio na rodovia. Ao todo, serão cinco. Elas vão ficar em Caeté, João Monlevade, Jaguaraçu, Belo Oriente e Governador Valadares. O valor deve ser entre R$ 10,79 e R$ 13,80

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