O motivo da saída da Cemig da bolsa de valores de Madri

Companhia vai manter as operações na Bolsa de Nova Iorque e na B3
Fachada da Cemig
A saída da Latibex foi anunciada nessa terça (8), após o fechamento do mercado. Foto: Cemig/Divulgação

A Cemig deixará de negociar ações no Mercado de Valores Latino-Americanos (Latibex), da Bolsa de Madri, a partir desta quinta (10).

O anúncio foi feito por meio de Fato Relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), à B3 e ao mercado em geral após o fechamento do mercado, nesta terça (8).

A saída do Latibex segue uma tendência entre empresas latino-americanas, como a Eletrobras, que pediu deslistagem em dezembro passado e teve pedido autorizado em março.

Um dos motivos é a baixa liquidez da Bolsa de Madri, especialmente quando comparada aos custos regulatórios e operacionais do mercado europeu. Além disso, a companhia vai manter as operações na New York Stock Exchange (NYSE), a Bolsa de Nova Iorque, por onde alcança os investidores internacionais.

O pedido de deslistagem da Bolsa de Madri pela Cemig foi anunciado em Fato Relevante divulgado em 20 de março e aprovado ontem pelo Conselho de Administração da Bolsa y Mercados Españoles Sistemas de Negociación S.A. (BME).

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Tatiana Moraes é jornalista especialista em comunicação estratégica, com MBAs em Gestão de Negócios e Comunicação Eleitoral e Marketing Político. Foi repórter dos jornais Hoje em Dia e Diário do Comércio e atuou como diretora de Comunicação da AMM e assessora-chefe de Comunicação da Secretaria de Estado de Governo (Segov).

Tatiana Moraes é jornalista especialista em comunicação estratégica, com MBAs em Gestão de Negócios e Comunicação Eleitoral e Marketing Político. Foi repórter dos jornais Hoje em Dia e Diário do Comércio e atuou como diretora de Comunicação da AMM e assessora-chefe de Comunicação da Secretaria de Estado de Governo (Segov).

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