As duas secretarias que devem mudar de função após a posse de Mateus Simões

Estrutura do Executivo estadual sofrerá alterações com a posse do sucessor de Zema, no fim deste mês
O vice-governador Mateus Simões
Simões assumirá o governo de Minas no fim deste mês. Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), que se prepara para assumir o comando do Palácio Tiradentes a partir do fim do mês, fará mudanças nas atribuições de duas secretarias de Estado. 

A pasta de Casa Civil, hoje responsável pela interlocução com as instâncias federais do Poder, ganhará a função de coordenação dos trabalhos das outras pastas. A Secretaria-Geral, que cumpre a tarefa atualmente, passará a cuidar mais diretamente das agendas de Simões e a responder por assuntos que, hoje, são de responsabilidade do vice de Romeu Zema (Novo).

O Fator apurou que as alterações tendem a provocar trocas no comando dos órgãos. Luiz Otávio Barbosa, hoje chefe da Casa Civil, deve seguir para a Secretaria-Geral. Nesse cenário, Marcel Beghini, atual responsável pela pasta, é o favorito para substituir Barbosa na Casa Civil.

Como a reportagem já mostrou, essas não serão as únicas mudanças no primeiro escalão da administração estadual. Secretários adjuntos devem ser escalados para substituir chefes de secretarias que, assim como Zema, vão se desincompatibilizar para disputar as eleições de outubro.

É o caso, por exemplo, da deputada estadual licenciada Alê Portela (PL), responsável pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. A liberal tentará renovar o mandato na Assembleia Legislativa (ALMG), e o cargo ficará com o número dois do setor, Ricardo Assis Alves Dutra. Na Cultura, Josiane Miriam de Souza assumirá a vaga de Bárbara Botega.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

Leia também:

As articulações que tornaram Ione Pinheiro favorita por vaga no TCE

União, Funai e MG não cumprem prazo da Justiça em nova ação sobre crimes da ditadura contra os Krenak

Câmara de Varginha abre processo para cassar vereador de oposição

Veja os Stories em @OFatorOficial. Acesse