Jorge Berg

O aquário do outro: a herança dos vidros fundadores

Li outro dia um estudo sobre aquários para experimentos com peixes (O Experimento do Aquário). Não era minha praia – sou daqueles que leem de

O alambique da alma. O espelho de uma inquietude

Foi a inquietude de um amigo-irmão, Márcio Lamas, que me trouxe um espelho antigo como quem traz um copo de prova ao nariz de alguém

Sinal de vida — Morto ou vivo, quem responde?

A notícia chegou sorrateira no feed, como se já nos conhecesse. Um aplicativo chinês, com nome de pergunta, exige que cada usuário acene, a cada

Cinzas da ausência – quando a saudade aprende a rezar

Na primeira sexta feira da Quaresma, eu sempre desconfio do calendário. Ele diz que começou. Mas há partes de mim que ainda estão na véspera,

A cor da coragem: quando o desejo se veste de vermelho

Não é apenas um tecido vermelho atravessando o salão – é uma ideia antiga, um desejo que desafia o tempo, que escolheu um corpo para

Persistir é desobedecer: um manifesto contra a anestesia cotidiana

Esqueça, por um minuto, a delicadeza com que lhe venderam a passagem do tempo. Aquela idéia do calendário que “flui” é açúcar no remédio da

O rei teme o riso: a audácia do bobo e a fragilidade do poder

Esta reflexão surgiu quando recebi um conto sobre Triboulet, o lendário bobo da corte francês, gentilmente enviado pelo meu amigo Vasco. À primeira vista, parecia

O Coro do levantar: uma pequena fuga que devolve o fôlego

Você já reparou como, às vezes, a vontade não é vencer, nem brilhar, nem provar nada a ninguém? É só de poder respirar, e se

A voz que me nomeia

Ele atravessava a ponte como quem não tem pressa de chegar. Passos calmos, corpo inteiro dentro do instante. De manhã, o rio vinha vestido de

Últimas Notícias