Jorge Berg

O Coro do levantar: uma pequena fuga que devolve o fôlego

Você já reparou como, às vezes, a vontade não é vencer, nem brilhar, nem provar nada a ninguém? É só de poder respirar, e se

A voz que me nomeia

Ele atravessava a ponte como quem não tem pressa de chegar. Passos calmos, corpo inteiro dentro do instante. De manhã, o rio vinha vestido de

Entre a tela e o abraço: a profecia de um pai e a coragem de estar presente na era das telas

Juiz de Fora, 20 de setembro de 1971. O papel pardo sobre a mesa guarda mais do que a caligrafia firme do meu pai, Nery

Natal em fogo baixo: o amor apura quando ninguém aplaude

É 2025 lá fora, mas a noite ainda tem o mesmo frio antigo que nos visita todo dezembro: um vento que testa dobradiças e convicções.

O Universo 25 e a montanha

Houve um tempo em que a ciência, embriagada de certeza e de jalecos impecáveis, decidiu montar um paraíso. Um Éden pequeno, controlado, sem espinhos. Chamaram

A Estrada da Essência: entre o que apressa os passos e o que acalma a alma

Parecia ontem que, deitados no tapete da sala, imaginávamos ser astronautas, poetas ou exploradores — acreditando que o mundo inteiro estava à nossa espera. A

Nomes que salvam quando a lembrança afina o desafino

Interessante quando soltamos a mente para visitar o que nos formou. Chegam as vozes de pais e avós, os conselhos falados no quintal, a moral

Consciência em Tom Maior: do sopro de Satchmo à rosa de Cartola, a música como resistência

Neste dia 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, escrevo a crônica que nasceu como homenagem e pergunta. O que a

Um bilhete de peso: a coragem do coração que grita

Era uma vez uma palavra que se recusou a nascer pequena. Veio de um rasgo no peito, daquelas dores que alegram, e saiu ao mundo

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