Leônidas Oliveira

Nhá Chica e a dimensão feminina de Minas

Após mais de cinco séculos de Brasil e mais de três séculos da formação institucional de Minas Gerais, é profundamente eloquente que a primeira bem-aventurada

O silêncio de Mariana: Alphonsus de Guimaraens e a alma mineira

Nesta Semana Santa, quando Minas Gerais se volta mais uma vez para suas cidades históricas, para a força simbólica de seus ritos e para a

Dona Beja, a mulher que Minas inventou

Minas não cria apenas personagens. Cria imagens duradouras de si mesma. Dona Beja é uma delas. Sua volta à cena brasileira, com a nova adaptação

Jota D’Ângelo e Mamélia: fundadores de uma cena

O lançamento da pedra fundamental do Teatro Jota D’Ângelo, na Feluma, reacende a memória de quem ajudou a fundar o teatro moderno em Minas Gerais.

Adriana Araújo: da Pedreira ao canto da cidade

Adriana Araújo morreu na segunda-feira, 2 de março de 2026, aos 49 anos, vítima de aneurisma cerebral. A notícia interrompeu uma presença concreta do samba

Di Souza

Escrevo sobre Di Souza a partir de quem acompanha os movimentos artísticos de Belo Horizonte desde os anos 1990. Vi a cidade buscar linguagem própria,

Victor Dzenk: a vocação que antecede a forma

“A arte não reproduz o visível; ela torna visível.” A afirmação de Paul Klee ajuda a situar, com precisão, o lugar ocupado por Victor Dzenk

Rômulo Duque, jovem senhor das artes cênicas mineiras

Rominho — como os mais íntimos o chamam — é um daqueles nomes que a cultura mineira reconhece não pelo brilho imediato, mas pela permanência.

Magdalena Rodrigues: a permanência como forma de coragem

Magdala. A palavra, nas raízes antigas, remete à ideia de torre: algo que se ergue não para a vaidade, mas para a vigília; não para

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