Leônidas Oliveira

Marcelo de Souza e Silva — a inquietação como método

Em setembro, o barro do Vale do Jequitinhonha atravessará o Atlântico. Cerca de 150 esculturas produzidas em comunidades de uma das regiões mais singulares de

Dom Walmor: o homem que constrói

Há gestos inaugurais que parecem anunciar uma trajetória inteira. Quando chegou a Belo Horizonte, a primeira visita de Dom Walmor Oliveira de Azevedo foi ao

Murillo Regina: o homem que ensinou Minas a colher vinho no inverno

“Dias ensolarados, noites frias e solo seco.” Murillo Regina diz a frase como quem resume uma vida inteira. Brinca que gostaria de vê-la escrita em

Lira Marques e Frei Xico: a memória viva do Jequitinhonha

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Pai Ricardo Moura: o terreiro como cuidado, cultura e futuro

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Rodrigo Toffolo: a orquestra que perdeu a distância

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Carlos Bracher: combustão da memória

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Onde Minas começou a imaginar o Brasil

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