A papelada que será descartada pela Assembleia de Minas

Direção-geral da Casa autorizou a eliminação das versões físicas de uma série de documentos de quase 20 anos atrás
Foto mostra as redes sociais da Assembleia de Minas
Casa Legislativa autorizou o descarte de uma série de documentos físicos. Foto: Ricardo Barbosa/ALMG

A direção-geral da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) autorizou a eliminação de uma série de documentos referentes à administração da Casa entre 1999 e 2007. Serão descartados papéis que dizem respeito a temas como a compras sem licitações feitas pelo Parlamento, aquisições oficializadas após editais, imóveis leiloados e despesas indenizatórias dos gabinetes. Apesar do descarte das versões físicas dos materiais, a papelada continuará disponível para consulta no repositório virtual da ALMG.

A eliminação dos papéis acontecerá por causa da avaliação de que os documentos, em suas versões físicas, não têm mais utilidade. Segundo apurou O Fator, a ideia é evitar um simples descarte das documentações no lixo. Por isso, o plano envolve a retirada sustentável do conteúdo da sede da Casa.

Ao todo, a documentação tem mais de 86 metros de comprimento.

A Assembleia de Minas tem a própria Política de Eliminação de Documentos, regulamentada em 2017. O texto permite a exclusão das versões físicas de materiais antigos, cujo arquivamento perdeu o sentido. O regramento segue orientações do governo federal.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

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