Vereadores começam a definir presidentes de comissões da Câmara de BH

Parlamentares têm avançado em conversas sobre composição dos colegiados que analisam propostas em tramitação na Casa
Foto mostra a fachada da Câmara de BH
Conselho curador do “Câmara Cultural” é presidido pelo vereador Uner Augusto (PL). Foto: Ernandes Ferreira/CMBH

Às vésperas do fim do recesso legislativo de janeiro, as lideranças da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) já começam a discutir a composição das comissões temáticas da Casa. Em meio aos debates, os presidentes de ao menos três colegiados já estão definidos. Entre eles, está a Comissão de Legislação e Justiça (CLJ), que será presidida por Uner Augusto (PL).

Na Comissão de Meio Ambiente, o presidente será Wanderley Porto, do PRD. Ainda conforme O Fator apurou, na Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, as conversas se encaminham para que Marcela Trópia (Novo) seja a presidente. Já na Comissão de Orçamento, Leonardo Ângelo (Cidadania) será o líder das atividades, enquanto a Comissão de Administração Pública terá a condução de Wagner Ferreira (PV).

Com a conquista do comando da Comissão de Legislação e Justiça, o PL, dono da maior bancada da Casa, com seis parlamentares, terá representantes em dois postos-chave da Câmara de BH, uma vez que a sigla conta com Pablo Almeida em um assento na Mesa Diretora.

A reportagem apurou, também, que, além da escolha de Wanderley Porto para a presidência da Comissão de Meio Ambiente, o colegiado terá representantes de PT e Psol.

Os nomes dos vereadores indicados para as comissões são levados à presidência da Câmara de BH pelos líderes dos blocos parlamentares e das bancadas partidárias. O Legislativo Municipal tem, ao todo, nove colegiados permanentes.

As comissões, cabe lembrar, têm o papel de analisar projetos de lei enviados à Câmara. A realização de audiências públicas e o envio de pedidos de informação a órgãos do Executivo municipal também compõem o escopo de atribuições dos comitês.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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