TJMG: uma baita advogada como nova desembargadora

A escolha de Mônica Aragão traduz a essência do bom combate
Ombrearam com a Dra. Mônica, Fábio Silveira, advogado valadarense muito articulado junto ao mundo político, e o prestigiadíssimo professor e diretor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dr. Hermes Guerreiro, jurista e acadêmico dos mais admirados e respeitados em todo o País
Ombrearam com a Dra. Mônica, Fábio Silveira, advogado valadarense muito articulado junto ao mundo político, e o prestigiadíssimo professor e diretor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dr. Hermes Guerreiro, jurista e acadêmico dos mais admirados e respeitados em todo o País - Divulgação

Acho mesmo muito legal a expressão, “o importante não é vencer, mas competir”, atribuída ao Barão de Coubertin, idealizador das Olimpíadas da Era Moderna. Mais legal do que chegar ao destino, na maioria das vezes, é a jornada, cheia de idas e vindas, alegrias e tristezas, sucessos e fracassos.

Contudo, vencer é bom demais! Principalmente disputas saudáveis, em altíssimo nível, com jogadores do bem. Vitórias assim servem para mostrar que valeu a pena todo o sacrifício empenhado, porque no final do dia, meu amigo, minha amiga, seremos nós, nossas realizações e o travesseiro.

Neste sentido, a escolha da advogada Mônica Aragão como a mais nova desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), nesta quarta-feira (13), pelo governador Romeu Zema, a partir de uma lista tríplice com advogados de enorme prestígio, traduz a essência do bom combate.

Ombrearam com a Dra. Mônica, Fábio Silveira, advogado valadarense muito articulado junto ao mundo político, e o prestigiadíssimo professor e diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dr. Hermes Guerrero, jurista e acadêmico dos mais admirados e respeitados em todo o País, detentor de um currículo altamente qualificado. Ou seja, uma verdadeira “escolha de Sofia” para Zema.

A Justiça talvez seja a atividade mais importante em uma sociedade. É ela – e a partir dela – que nós, seres imperfeitos, orientamos o mínimo de civilidade e urbanismo necessários à convivência em grupo. Sem Justiça, e quem a aplique, restaria a barbárie como modo de vida.

Eis o porquê da importância de uma escolha destas. Juízes, desembargadores e ministros têm o poder de tornar nossas vidas melhores ou piores. Têm o poder de tornar a nação mais ou menos desenvolvida. É a partir de suas decisões que progredimos ou regredimos como Estado democrático.

Felicidades à Desembargadora Mônica. Parabéns ao governador Zema pela escolha. Aplausos aos doutores Fábio e Hermes. Sem esquecer, é claro, do celeiro dessa turma toda, a quase centenária Ordem dos Advogados do Brasil (Seção MG). Minas é bão dimais, sô!

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