Em dia de agenda presidencial em Minas, Zema e Simões criticam Pacheco e Lula

Dia foi marcado por eventos com o presidente da República e o vice-governador em diferentes regiões do estado
mateus simões
"Esse povo não pode voltar”, disse o vice-governador. Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

Enquanto o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cumpria agenda oficial em visita a Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha, no início da tarde desta quinta-feira (24), o governador Romeu Zema e o vice-governador Mateus Simões, ambos do Novo, utilizaram estratégias diferentes para criticar o petista, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) e o ex-governador Fernando Pimentel (PT).

Enquanto Zema publicou um vídeo em suas redes sociais, em que afirmou que “a velha política só aparece nesta região para fazer discurso”, Mateus Simões defendeu, durante agenda em Januária, no Norte do estado, a união da centro-direita para impedir que o PT e seus aliados vençam a disputa pelo governo de Minas em 2026.

“Nós não permitiremos que o Pimentel e o povo dele voltem a governar Minas Gerais. O presidente Lula vem aqui dizer que o candidato dele é o senador Rodrigo Pacheco. Vamos lembrar quem é esse povo. Esse povo é o povo que destruiu o estado de Minas Gerais, que atrasou salário de professor, que ficou quatro anos sem fazer o pagamento dos repasses devidos aos municípios, que sucateou as nossas estradas, que desestruturou os nossos hospitais. Esse povo não pode voltar”, disse o vice-governador.

Mateus Simões criticou também a postura do governo federal nas negociações contra o “tarifaço” anunciado pelo presidente norte-americano Donald Trump ao Brasil.

“Não adianta ficar fazendo tweet reclamando do presidente americano. Tem que sentar na mesa e negociar as novas condições. Twitter não resolve problema da realidade, nem substitui negociação diplomática. Pedido ao presidente da República: deixa o povo do Itamaraty trabalhar, para de dar opinião sobre política americana, toma conta do Brasil, que está uma bagunça sob o governo dele”, afirmou Simões.

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