O meio milhão em doações eleitorais de Clésio Andrade

A maior fatia, de R$ 200 mil, foi destinada ao sobrinho, o deputado federal Diego Andrade (PSD), que concorre à reeleição
O ex-vice-governador e ex-senador Clésio Andrade
Clésio Andrade exerceu mandato no Senado Federal entre 2011 e 2014. Foto: Pedro França/Agência Senado

O ex-vice-governador mineiro e ex-senador Clésio Andrade (PSB) injetou R$ 500 mil em campanhas eleitorais de aliados no estado. Os recursos estão distribuídos entre quatro candidatos.

A maior fatia, de R$ 200 mil, foi destinada ao sobrinho, o deputado federal Diego Andrade (PSD), que concorre à reeleição. Adalclever Lopes (PV), Gabriela Lessa (PSB), postulantes à Assembleia Legislativa (ALMG), e Luiz Fernando Faria (União Brasil), que almeja permanecer na Câmara dos Deputados, receberam R$ 100 mil cada. 

Procurado por O Fator, o ex-vice-governador justificou as doações dizendo ser amigo dos escolhidos. Ele também lembrou a relação familiar com Diego.

Clésio compõe os quadros do PSB e, ainda em 2023, anunciou a pré-candidatura ao governo mineiro. Ele manteve a disposição de disputar até julho, condicionando um eventual embarque na campanha a uma aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que optou por apoiar o também petista Patrus Ananias.

Coube ao PSB indicar o vice na chapa de Patrus. A vaga ficou com o ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares Júnior.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

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