O cronograma de obra dos elevadores da Cidade Administrativa; reparos até dezembro

Todas as estruturas só devem ficar prontas no final do ano
Foto mostra elevadores da Cidade Administrativa interditados.
Risco de colapso motivou interdição de elevadores da Cidade Administrativa. Foto: Marco Evangelista/Imprensa MG

A Codemge vai começar, ainda em julho, as obras de reparo dos elevadores dos prédios Minas e Gerais da Cidade Administrativa. Todos os 58 elevadores passarão por reforço estrutural nos pilares metálicos de fixação das guias dos contrapesos.

Cronograma das Obras

  • Primeira Etapa: 24 elevadores serão reparados até setembro.
  • Segunda Etapa: Outros 24 elevadores terão suas inconformidades corrigidas até novembro.
  • Conclusão: Os últimos 10 elevadores do prédio Gerais serão entregues em dezembro.

A falha nos elevadores fez com que servidores estaduais tivessem de adotar o regime de teletrabalho.

Com a conclusão das obras, os elevadores devem voltar a operar de forma segura. A Codemge garantiu que as intervenções causarão o mínimo de impacto nas atividades diárias dos edifícios.

A expectativa é que as reformas solucionem definitivamente os problemas estruturais.

Como já mostrou O Fator, a obra tem registrado episódios de divergências no Estado. Um caminho inicialmente pensado era fazer com que a companhia assumisse, por meio de uma minuta, a responsabilidade pelo “vício de obra” nos problemas estruturais que causaram a interrupção do funcionamento dos elevadores. A recusa da proposta por parte de técnicos da empresa aconteceu por falta de documentos e laudos que comprovassem a hipótese.

Depois disso, uma solução foi encontrada, e, como já mostrou a reportagem, a Codemge assumiu os custos e a coordenação das obras. A estatal também ficou responsável por contratar uma empresa que será responsável pela elaboração de um estudo para a identificação do real motivo do problema.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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