Caciques de PDT e PSDB, partidos que caminham juntos na eleição em Minas Gerais, veem um distanciamento injustificado das campanhas do pedetista Alexandre Kalil, candidato ao governo, e do tucano Aécio Neves, concorrente ao Senado Federal. As críticas, apurou O Fator, dizem respeito à ausência de eventos conjuntos e ações eleitorais coordenadas.
Os apelos em defesa de uma integração entre os postulantes na reta final do período eleitoral, no entanto, ainda não encontraram respaldo.
Segundo fontes das duas siglas, é improvável que Kalil e Aécio mudem a estratégia adotada até agora, segundo a qual cada um segue em voo solo em busca de apoios e votos.
Kalil e Aécio se reaproximaram neste ano, após cerca de uma década de distanciamento. O rompimento aconteceu em 2016, durante a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte, em que Kalil derrotou João Leite (PSDB) no 2° turno.. À época, o agora pedetista chegou a insinuar que o ex-governador seria preso por denúncias de corrupção.