Presidente da Copasa deixa cargo efetivo no Estado, mas permanece no comando da estatal

Guilherme Duarte era EPPGG e pediu pra deixar a categoria
Duarte preside a Copasa desde junho de 2022
Duarte preside a Copasa desde junho de 2022. Foto: Divulgação/ALMG

O presidente da Copasa, Guilherme Duarte, pediu exoneração do cargo efetivo de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do governo de Minas (EPPGG). Na prática, nada muda no comando da empresa pública mineira mas, quando Duarte deixar o comando da estatal, só retornará a um cargo no Estado se for nomeado a um posto comissionado.

Duarte preside a Copasa desde 2022. Antes, foi secretário-adjunto na pasta de Desenvolvimento Econômico. O cargo de EPPGG é destinado aos graduados pela Fundação João Pinheiro, escola de administração pública do Estado.

O pedido de exoneração do cargo efetivo acontece em meio a especulações de que Duarte teria sido sondado por interlocutores do mercado financeiro para atuar na Sabesp, a “Copasa paulista”, depois de privatizada.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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