Ao completar dois anos, O Fator já pode dizer, sem constrangimento ou falsa modéstia, que tornou-se aquilo que parecia pretensão em nosso post de estreia, ainda em formato experimental: o melhor e mais relevante site de política e mercados de Minas Gerais.
Naquele momento, era apenas um desejo apaixonado de fazer diferente. De produzir jornalismo com identidade, informação 100% própria, opinião clara e qualificada, sem a burocracia mental que tomou conta de boa parte da imprensa brasileira. E deu certo.
Deu muito certo, aliás! Graças a uma equipe jovem, talentosa e obsessiva por trabalho de extrema qualidade. Sob a liderança de Lucas Ragazzi – hoje muito mais que um sócio -, o projeto ganhou ritmo, relevância, personalidade e, sobretudo, identidade.
Diversidade
Somos um time heterogêneo – jovens e não tão jovens assim; jornalistas, empresários e profissionais liberais; atleticanos e cruzeirenses; belo-horizontinos e brasilienses -, com 14 cabeças pensantes e um grande coração pulsando por jornalismo.
Em breve em uma sede própria, com estúdio moderno e espaço para eventos e encontros – o nosso “resenhodromo” -, O Fator começa a se consolidar como algo maior que apenas um ambiente de convivência, debate e circulação de ideias: um hub da política local.
No recente Congresso da Associação Mineira de Municípios (AMM), nosso estande ficou lotado de prefeitos, deputados, empresários, jornalistas, candidatos. Mas, acima de tudo, lotado de afeto. E o que mais ouvimos: “Vocês são legais demais”. Isso, sinceramente, vale muito.
Deu muito certo, sim
O Fator faz jornalismo! Não milita, não lacra, não inventa, não fabrica. Trabalha com informação, análise e bastidor. E, quando utiliza conteúdo de terceiros – algo raro, porque nossa produção é majoritariamente própria -, sempre dá o devido e merecido crédito.
Porque copiar e colar o trabalho alheio continua sendo desonestidade, ainda que tenha virado método em boa parte do mercado mineiro. Apropriar-se do capital financeiro e intelectual de O Fator, como muitos têm feito, beira o crime e nos enche de indignação.
E mais. O projeto de dois amigos, Lucas e Ricardo, um jornalista e o outro, um empresário que atua na comunicação há 10 anos, deu certo. Ainda assim, o que mais ouvimos, além de elogios e palavras de incentivo, é: “Afinal, quem está por trás de O Fator?”
Teorias da conspiração
Eu sei lá por quê, mas corre por gabinetes, redações, jantares e cafezinhos que O Fator, na verdade, não é do Lucas e do Ricardo. Nem do Peixoto, da Maíra e do Walmir – também nossos sócios, que chegaram recentemente para compor e fortalecer o negócio.
Tem gente que não apenas especula, mas garante que é um político poderoso, ou um empresário bilionário, o verdadeiro dono de O Fator. Nesse caso, Lucas e eu, dois “idiotas incapazes”, seríamos apenas seus laranjas decorativos – uma dupla de testas de ferro.
Confesso que acho curioso, e de tanto ouvir isso e pensar a respeito, durante minha higiene mental semanal, ouvi do sempre sábio Leo: “Não é quem, mas, sim, o que está por trás de vocês? Essa seria a pergunta correta a fazer”. Bingo, mais uma vez! O Leo é mesmo phoda.
Tamos juntos e misturados
Por trás de O Fator há o que aparece todos os dias na nossa homepage: trabalho, amizade, inquietação, independência, paixão pelo debate público e uma vontade genuína de fazer jornalismo sem transformar a própria alma em departamento comercial ou comitê político.
Por trás de O Fator está justamente, exatamente e tão somente o que vocês conhecem e veem diariamente: uma turma legal pra caramba, do bem, dedicada, entusiasmada, honesta e muito a fim de fazer o melhor jornalismo do estado – quiçá do Brasil.
Por trás de O Fator, por fim, existe a crença – hoje uma certeza – que, como diz aquela musiquinha bonitinha, quase infantil, mas cheia de significado: “Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu. É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu.”