A eleição para o cargo de Defensor Público-Geral de Minas Gerais, prevista para abril, terá três candidatos. Disputam a chefia da instituição Caroline Teixeira, chefe de gabinete da atual defensora-chefe, Raquel Gomes de Sousa da Costa Dias, Nikolas Katopodis, ex-subdefensor-geral, e Marcos Lourenço Capanema, defensor da área da infância em Contagem e ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).
Caroline Teixeira integra o grupo que comanda a Defensoria, enquanto Nikolas Katopodis, que já ocupou o cargo de subdefensor-geral, apresentou-se como dissidente dessa mesma ala. Marcos Lourenço Capanema formalizou sua candidatura no prazo final das inscrições, movimentando o cenário da disputa.
A presença de Capanema entre os concorrentes foi recebida como um elemento inesperado no processo eleitoral, já que a expectativa entre membros da instituição era de que a disputa se restringiria aos representantes da atual gestão. O defensor é reconhecido por sua atuação no Judiciário, especialmente por sua passagem pela Justiça Eleitoral.
O novo Defensor Público-Geral será responsável por conduzir a instituição pelos próximos dois anos. Além da definição de prioridades administrativas, há expectativa de que o próximo titular finalize a nomeação dos aprovados no concurso vigente e amplie a presença da Defensoria Pública nas regiões com menor acesso a serviços jurídicos gratuitos em Minas Gerais.