Alexandre Kalil utilizou uma reunião com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para disparar, à queima-roupa, um pedido em tom de cobrança: que o dirigente não articule contra a pré-candidatura dele ao governo de Minas Gerais.
O episódio aconteceu há cerca de um mês, em Brasília (DF). O receio de Kalil tem origem em um desejo de parte do PT de buscar em Minas Gerais uma espécie de “retribuição” pelo apoio determinado pela direção nacional petista à pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul.
Segundo diferentes interlocutores no PDT ouvidos por O Fator, Lupi respondeu que isso não aconteceria e procurou tranquilizá-lo.