Jorge Berg

O Império e a renúncia — O peso do ter e a leveza do ser

Há um momento na história humana que merece ser contado como espelho. Alexandre, o Grande, cujo nome ainda ecoa, encontra-se diante de um homem que

O nome que não sei — O peso de assinar o que se sente

Os dedos repousam sobre o teclado e o frio do plástico é um aviso. Escrever no computador tem essa estranheza: a tela branca, o cursor

O espelho do vizinho — A vingança da intimidade

Na sexta-feira passada, um amigo me mandou mensagem. Não queria comentar política, queria entender gente. Descobrira que o primeiro movimento para impedir sua candidatura não

A ferrugem do anel — O que sobra quando a plateia vai embora

Fiquei parado na sala outro dia, o controle remoto na mão, sem lembrar o que ia fazer. Não era o esquecimento comum, o de entrar

A mesa, o chão e a campainha — ou: o que a gente faz enquanto a água ferve

A casa impecável. Que desgraça. A gente lustra o móvel, ajeita o tapete que ninguém pisa, esconde a louça suja embaixo da pia. Tudo para

A Vitrine do vazio: sobre a alma que tenta comprar o que só o afeto preenche

Começa pequeno, quase sem avisar. Um desejo bobo. Uma coisinha que promete tapar aquele vazio a incomodar que a gente nem sabe direito onde fica,

Quando grita o coração — ou sobre o que se esconde na curva de uma crônica

No sábado passado, dia 04 de julho, fez um ano. Um ano desde que publiquei minha primeira crônica em O Fator. A data passou como

O velório das almas

A primeira coisa que me veio não foi tristeza. Domingo passado, vi pelo olhar de quem estava perto o que faziam com a memória de

O inquilino do Poder: a vertigem de quem descobre que a cadeira nunca foi sua

“Muitos homens confundem a altura do trono com a sua própria estatura — até o dia em que descem dele e descobrem o seu verdadeiro

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