Jorge Berg

Quando grita o coração — ou sobre o que se esconde na curva de uma crônica

No sábado passado, dia 04 de julho, fez um ano. Um ano desde que publiquei minha primeira crônica em O Fator. A data passou como

O velório das almas

A primeira coisa que me veio não foi tristeza. Domingo passado, vi pelo olhar de quem estava perto o que faziam com a memória de

O inquilino do Poder: a vertigem de quem descobre que a cadeira nunca foi sua

“Muitos homens confundem a altura do trono com a sua própria estatura — até o dia em que descem dele e descobrem o seu verdadeiro

O segredo do talvez

Nos campos distantes da China morava um velho que tinha um cavalo. Só um. Um dia o cavalo fugiu e os vizinhos vieram em bando:

O ofício do vazio: do mestre Zen ao banco da praça

Há uma velha história Zen que já apareceu em livro, palestra, legenda de rede social e conversa de fim de noite. Um discípulo procura um

Incursões em Vila Rica: a ladeira que ficou

Incursionei-me por três dias em Vila Rica. Diferentemente de passear – ofício de turistas distraídos que apenas deslocam o corpo e colecionam imagens para exibicionismo

O eco do nove: a astronomia da falta

De noite, olho para o céu e me dá um negócio. Não é ideia, não é palavra. É uma coisa que não veio. Algo que

A poltrona 03: sobre a saudade que viaja

Zé Mendonça tinha barba de Vinicius e a mesma maneira de segurar o copo — três dedos, o polegar largado, os olhos em outro lugar.

A casa que não se vê. O endereço que não vem no mapa

O garçom passou com a bandeja de saladas e eu estava ali com o Luís Arthur, meu filho, num almoço comum de sábado, faz alguns

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