Advogado mineiro é reconduzido por Lewandowski ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária

Cabe ao CNPCP realizar análises técnicas e estabelecer deliberações com foco no aprimoramento das políticas públicas
Bruno Cândido ocupa o cargo pela segunda vez consecutiva. Foto: Divulgação

O advogado Bruno Cândido, presidente da Associação Nacional da Advocacia Criminal em Minas Gerais, foi nomeado para integrar o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. A nomeação, assinada pelo ministro Ricardo Lewandowski, terá validade a partir de 5 de maio de 2025 e duração de dois anos.

Criado em 1980, o CNPCP reúne treze membros, entre advogados, professores e profissionais da área do Direito Penal, Processual Penal e Penitenciário, além de representantes da comunidade e de ministérios ligados à área social. O órgão atua na avaliação periódica do sistema criminal, criminológico e penitenciário, além de propor diretrizes para políticas de prevenção ao crime, justiça criminal, medidas de segurança e execução de penas no país.

Bruno Cândido ocupa o cargo pela segunda vez consecutiva. Ele foi nomeado em 2023 pelo então ministro da Justiça, Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal.

Segundo o advogado, cabe ao CNPCP realizar análises técnicas, buscar informações e estabelecer deliberações com foco no aprimoramento das políticas públicas relacionadas à segurança e ao sistema penitenciário. Cândido afirmou que a recondução representa uma responsabilidade adicional no desempenho das atribuições do colegiado.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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