MGS terá troca no comando; subsecretária é cotada para presidir estatal

Atual presidente da empresa pediu para deixar o cargo
Desde o meio de 2023, a regra é que o prefeito sempre esteja acompanhado de um deputado estadual para manejar uma agenda dentro do Estado
Em caso de descumprimento, o acordo prevê multa de 20% sobre o saldo devedor. Foto: Divulgação

O governo Zema prepara uma mudança no comando da MGS Administração e Serviços, estatal mineira responsável pela contratação e gestão de terceirizados no Estado.

Pelo que O Fator apurou, o atual presidente da empresa, Marcelo Magalhães Rosa Isoni, pediu para deixar o cargo. A saída deve ser oficializada nos próximos dias.

Ainda não há martelo batido, mas existe um nome cotado para o cargo: o da Subsecretária de Inovação e Gestão Estratégica da Secretaria Planejamento e Gestão (Seplag), Camila Neves, que atuou como titular da Seplag entre maio e outubro, enquanto Luísa Barreto (Novo) disputava a eleição em Belo Horizonte como vice de Mauro Tramonte (Republicanos).

Luísa retornou à Seplag em outubro, poucos dias depois do fim do primeiro turno em BH.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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