O próximo passo do projeto que cria blocos de saneamento em Minas

Texto é considerado importante para o avanço de discussões relacionadas à privatização da Copasa
Foto mostra estação de tratamento hídrico
Blocos regionais de saneamento estão previstos em marco legal federal. Foto: Copasa/Divulgação

A Comissão de Administração Pública (APU) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) marcou, para esta terça-feira (21), a votação do projeto de lei que estabelece blocos regionais de saneamento no estado. Relator do texto, o deputado Rodrigo Lopes (União Brasil) já apresentou parecer pela aprovação da proposta.

A criação dos blocos de saneamento é um movimento considerado importante para o processo de privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). A proposta em debate na Assembleia prevê o estabelecimento de três divisões regionais para administrar o abastecimento de água, além de um bloco específico para o Vale do Jequitinhonha, determinado por uma portaria federal de 2022.

O texto também trata da criação de 26 blocos para cuidar, exclusivamente, da gestão de resíduos.

Depois da apreciação na Comissão de Administração Pública, o projeto sobre os blocos de saneamento estará a um passo da votação em 1° turno no plenário. Faltará, apenas, a análise do colegiado de Meio Ambiente da Casa.

A regionalização dos serviços de saneamento visa adequar Minas ao marco legal do setor no país, vigente desde 2021. 

Originalmente, a criação dos blocos de saneamento constava em um projeto sobre a modernização da estrutura da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado (Arsae-MG). 

No fim do mês passado, contudo, a proposta acabou fatiada. Assim, um texto passou a tratar especificamente da regionalização, com outra proposta abordando as mudanças na estrutura da agência. 

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

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