Rodoviária de BH regulariza licenciamento ambiental pela primeira vez em mais de 50 anos

Regularização foi aprovada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente e integra processo de modernização do terminal
Foto: Divulgação

O Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip), em Belo Horizonte, obteve pela primeira vez desde sua inauguração, em 1971, o licenciamento ambiental junto à prefeitura. A regularização foi aprovada na reunião do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) realizada na quarta-feira (4), presidida pelo secretário municipal de Meio Ambiente, João Paulo Menna Barreto.

O licenciamento era uma exigência antiga e marca uma nova fase na gestão do espaço, que está sob responsabilidade da concessão do governo de Minas Gerais e o consórcio Terminais BH. A operação da rodoviária foi concedida em 2022, com prazo contratual de 30 anos.

Desde o início da concessão, segundo a gestora do terminal, já foram aplicados cerca de R$ 20 milhões em melhorias estruturais e logísticas. O acordo prevê o total de R$ 122 milhões em investimentos ao longo das três décadas de gestão. Entre ações previstas e outras já executadas estão a requalificação dos espaços de convivência e sanitários, a recuperação do pavimento e a modernização de sistemas de operação e atendimento aos usuários.

A Rodoviária de BH recebe aproximadamente 10 milhões de passageiros por ano, com linhas que atendem todas as regiões do país. A regularização ambiental é um dos marcos institucionais do processo de modernização do terminal, que completa quatro anos de operação com a concessão em 2026.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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