Café: a força que move a economia do Brasil e de Minas Gerais

Torrefação prepara grãos especiais de café
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O café é muito mais do que uma bebida apreciada em todo o mundo: ele é um dos pilares da economia brasileira e um verdadeiro símbolo da identidade de Minas Gerais.

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do planeta, responsável por abastecer mercados em todos os continentes. Essa cadeia produtiva movimenta a economia nacional, gera renda e milhares de empregos diretos e indiretos, desde o cultivo até o beneficiamento e processamento dos grãos.

Minas Gerais, em especial, se destaca como o maior estado produtor do país. Com clima e solos ideais para a cultura cafeeira, Minas responde por mais da metade da produção nacional. Além disso, vem conquistando reconhecimento internacional pela qualidade dos grãos, com cafés especiais que levam o nome do estado para os quatro cantos do mundo.

A safra de café de 2025 está estimada em 55,2 milhões de sacas beneficiadas no Brasil e Minas Gerais, maior estado produtor do país, concentra 75,2% da área nacional do café arábica, estimando produção de 24,7 milhões de sacas para essa espécie nesta safra.

O setor cafeeiro envolve mais de 300 mil produtores no Brasil, gerando aproximadamente 500 mil empregos no campo, indústrias de processamento, comércio e outras atividades correlatas.
Mais do que números, a cafeicultura representa tradição, inovação e sustentabilidade. Cada xícara de café carrega histórias de famílias produtoras, gerações dedicadas ao cultivo e um futuro promissor para a agropecuária brasileira.

O café é orgulho nacional e, sobretudo, mineiro. Uma riqueza que fortalece nossa economia, gera emprego e renda, e traduz o sabor do Brasil.

Com uma carreira dedicada ao desenvolvimento regional e à inovação legislativa em Minas Gerais, foi prefeito de Jacuí por três mandatos, presidiu entidades rurais e ambientais, e atuou como assessor político em diferentes esferas. Atualmente, exerce seu sexto mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde já foi 1º-vice-presidente e presidiu comissões estratégicas, como a de agropecuária e agroindústria por três vezes, sendo autor de leis de grande impacto, como a criação da Delegacia Rural, o Marco Legal das Startups, o novo Código Florestal Mineiro, a Lei do Queijo Minas Artesanal, entre outras voltadas à sustentabilidade, agricultura familiar e modernização de políticas públicas. Sua atuação política é reconhecida especialmente nas regiões Sudoeste, Sul e Centro-Oeste do Estado.

Com uma carreira dedicada ao desenvolvimento regional e à inovação legislativa em Minas Gerais, foi prefeito de Jacuí por três mandatos, presidiu entidades rurais e ambientais, e atuou como assessor político em diferentes esferas. Atualmente, exerce seu sexto mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde já foi 1º-vice-presidente e presidiu comissões estratégicas, como a de agropecuária e agroindústria por três vezes, sendo autor de leis de grande impacto, como a criação da Delegacia Rural, o Marco Legal das Startups, o novo Código Florestal Mineiro, a Lei do Queijo Minas Artesanal, entre outras voltadas à sustentabilidade, agricultura familiar e modernização de políticas públicas. Sua atuação política é reconhecida especialmente nas regiões Sudoeste, Sul e Centro-Oeste do Estado.

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